@ Planeta Terra Festival

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Ganhe ingressos para ver Gop Tun no Planeta Terra 2013

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UPDATE: Concurso encerrado!

O vencedor foi Lucas Fortes, que indicou COMA - Les Dilettantes (Roosevelt Mix)

https://soundcloud.com/kompakt/coma-les-dilettantes-roosevelt

Obrigado a todo mundo que participou!

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Planeta Terra… Logo ali! Dia 09 acontece a edição 2013 do Planeta Terra e além de grande elenco, representaremos o coletivo em peso com Hatchets abrindo o palco Terra e Gop Tun Djs nos intervalos do palco Smirnoff, onde se apresentam The Roots e Beck.

Quer ganhar um par de ingressos para o Planeta Terra?

É um tanto quanto simples! Mande para goptun@gmail.com a resposta da seguinte pergunta: "Qual música melhor representa o Gop Tun para você?"

A musica enviada que melhor represente o universo Gop Tun, conforme votação dos integrantes do coletivo, ganha o par de convites. Tem muitas dicas em nossa Fan Page -> www.facebook.com/goptun

Regras:

  • Cada participante só poderá enviar uma música;
  • A promoção termina amanhã (quinta, 31/10) às 18h e o vencedor será anunciado no dia 1/11, que deverá retirar os ingressos em mãos até sexta-feira, 8/11;
  • Os custos com hospedagem, deslocamento e alimentação ficam por conta do ganhador;
  • Este concurso cultural está sendo organizado pelo Gop Tun e não é de responsabilidade do Planeta Terra;

https://soundcloud.com/kompakt/coma-les-dilettantes-roosevelt https://soundcloud.com/kompakt/coma-les-dilettantes-rooseveltOs ingressos para o Planeta Terra Festival 2013 estão no último lote e podem ser adquiridos via Tickets for Fun.

Lote 1: R$ 300 / R$ 150 meia (ESGOTADO)
Lote 2 : R$ 330 / R$ 165 meia (ESGOTADO)
Ultimo lote: R$ 350 / R$ 175 meia


Gop Tun confirmado no Planeta Terra Festival 2013!
+ informações aqui

Gop Tun confirmado no Planeta Terra Festival 2013!

+ informações aqui


Entrevista Jacques Renault

Produtor, DJ, A&R e possivelmente um dos caras mais legais que já conversou com o Gop Tun. Apesar do nome francês, Jacques é americano e diretamente do Brooklyn ele antecipa sua vida para a nossa festa de 1 Ano que ainda conta com Mano Le Tough. 

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Lemos que você toca instrumentos clássicos como viola e trumpete. Como foi seu começo com a música e como isso virou uma carreira como DJ/Produtor?

Eu cresci tocando viola e trumpete, eventualmente comecei a escutar punk e depois música eletrônica. Meu interesse em produção e DJ veio depois de tocar em várias bandas com diferenças artísticas, acabei tomando a decisão de tentar algo meu.

Sua associação com a DFA aconteceu logo depois deste período?

Justin Miller e eu costumávamos fazer uma festa no 205 Club, e nesta época ele trabalhava na DFA. Nós costumávamos trocar músicas e promos o tempo todo, logo depois eu comecei o Runaway com o Marcos Cabral, que já era meu amigo de longa data e ao redor daquela época assinamos com a Rekids para lançar uma música nossa chamada “Brooklyn Club Jam”. Como existia um interesse grande em torno desta música, a DFA acabou licenciando ela para lançar nos EUA e ainda fez um remix com o Brennan Green. Acho que este é o começo da minha associação com eles. Desde então fiz muitos trabalhos com eles, assim como remixes com o Marcos, tanto na DFA como em outros selos, incluindo os meus.

E graças a DFA você entendeu o básico de como funciona uma selo?

Sim! Na verdade com cada selo que você trabalha, você aprende um pouco. Isso foi muito importante para mim na hora de começar meu próprio selo.

E hoje com dia você trabalha com a On The Prowl, Let’s Play House, LPHWhite e ainda tem a série Party Breaks. Como você consegue ter tempo para tudo isso, ainda discotecar, produzir e ainda fazer remixes para outros artistas?

Sem dúvida nenhuma é uma corda bamba e sem a ajuda dos meus amigos que trabalham comigo, isso nunca daria certo! Tudo precisa ser planejado com muita antecedência e ter uma data limite de finalização, dai eu tento fazer o melhor possível para manter esta data.

E levando em consideração tudo isso, você é mais um produtor, dono de selo/diretor arístico ou DJ?

Um pouco de cada. Música sempre fez parte da minha vida e eu gosto de todos os aspectos que fazem parte dela.

Em relação a esta viagem para o Brasil? Quais são suas expectativas?

Absolutamente excitado com esta viagem! Sempre tive muita sorte de encontrar pessoas incríveis e conhecer lugares inspiradores quando tenho tempo para conhecer o local.

É verão no hemisfério norte, qual é a música que você está tocando nas festas ao ar livre?

“Fellin’ You” do Waze & Odyssey, que acabou de sair na LPHWhite. Ela funciona em qualquer pool party! Tanto o lado A original, quando o remix no lado B! KILLER!


Entrevista Mano Le Tough

 

Changing Days, disco de estréia de Mano Le Tough, lançado no começo do ano pela Permanent Vacation recebeu excelentes críticas por parte da imprensa mundial. Este irlandês radicado em Berlim é atualmente um dos nomes mais celebrados na cena eletrônica atual e no dia 26 aporta no Brasil para a festa de um ano do Gop Tun. A primeira pergunta que Mano faz ao Gop Tun é: qual o nome da bebida que vocês tomam no Brasil? Cachaça!

Encontramos com Mano em uma festa ao ar livre da Innervisions em Rotterdam. Ao lado de Dixon, me e Henrik Schwarz, Mano hipnotizou o público e aqui não será diferente.

Como começou sua carreira na Irlanda?

Acho que da maneira que todos os DJs: pequenas festas e tocando para amigos. Pouco tempo depois comecei a tocar em situações um pouco mais profissionais e em certo momento aconteceu um click em minha cabeça e eu percebi que era realmente era um DJ, que precisava levar isso a sério. A produção foi o passo seguinte e sinceramente, parece que eu peguei uma pista expressa e quando eu me toquei, já estava em Berlim realmente trabalhando na minha carreira.

E a decisão de mudar para Berlim foi complicada ?

Foi natural. Berlim é uma cidade ótima para um DJ, afinal tem voos baratos para qualquer lugar, uma cena muito forte com dezenas de clubes e principalmente aluguel barato comparado com outras cidades da europa.

No que mudou a sua vida o lançamento do seu álbum? 

Mudou muito, pois as pessoas começaram a me levar mais a sério. Se você lança alguns EPS e é DJ, você pode conseguir gigs e as pessoas falam “OK, vamos prestar atenção”, mas quando você lança um álbum, a imprensa percebe que você sentou e escreveu as músicas, que isso levou um tempo e passam a ter uma outra visão do que você faz. 

E foi natural criar Changing Days? Um album é diferente de um single.

Eu tinha uma espinha dorsal, músicas que eram pontos de referência. Com algumas prontas, fui imaginando o que faltava, criando climas e sonoridades que deram a cara de Changing Days. Mão queria apenas um punhado de músicas colocadas lado a lado, queria algo mais coeso

Você está preparando o seu próximo passo em termos de lançamento ou apenas se concentrando em suas apresentações como DJ?

Estou bem concentrado em promover o disco e minha agenda está lotada até o fim do ano, mas não consigo parar de criar músicas e já tenho algumas prontas. Tenho feito menos remixes hoje em dia, só para pessoas próximas ou artistas que realmente quero me envolver, porque remixes tomam muito tempo, não só o tempo do estúdio, mas o tempo gasto com quem solicita o remix, mudanças na produção, trabalho burocrático, discutir preço… isso é um saco.

O que você sabe sobre o Brasil? Qual a sua expectativa?

A coisa está meio feia, certo? Com os protestos? Eu acho interessante imaginar que as pessoas querem mudanças e por isso estão protestando. Fiquei bem curioso com esta situação atual do país, mas sinceramente sei pouco, porque aqui na Europa a situação na Turquia tem mais cobertura do que o Brasil. Mas minhas expectativa é gigante! Nunca fui no Brasil e tenho muita vontade de conhecer o país, mesmo sabendo que o tempo será curto. São Paulo é bem grande e eu não tenho a menor idéia do que é uma cidade com 15 milhões de habitantes!


Entrevista com Acid Pauli

A primeira e imediata conexão do nome Acid Pauli é com Nicolas Jaar, sinceramente até pouco atrás esta era a realidade geral, até descobrir que apesar de ser um nome relativamente novo na cena, a pessoa por trás de Acid Pauli - Martin Gretschmann - é um dos nomes mais importantes da cena eletrônica alemã, já tendo lançado discos como Console e também participado da segunda - e aclamada - fase do Notwist.

 

No Brasil algumas pessoas conhecem seu trabalho como Console, porque o seu disco foi lançado por aqui. Outros conhecem também o trabalho que você fez com o Notwist. Como aconteceu esta transição do Console para o Acid Pauli?

 

Eu comecei o Console em 1996 e logo depois o projeto transformou-se em uma banda para tocar ao vivo. Depois de alguns anos desta maneira eu percebi que poderia fazer um set ao vivo sozinho, mas não queria usar o nome Console novamente, porque o meu som tornou-se mais club e o Console mais banda, então comecei a tocar novamente, mas sem grande alarde, em clubes pequenos e logo depois um amigo veio com este nome, que eu gostei muito. Acid Pauli nasceu ali depois de algum tempo, em que o meu live foi sendo incorporado ao meu DJ Set, tornando-se um tipo de híbrido. A grande diferença do Console para Acid Pauli é esta tendência a pista, que acontece ocasionalmente, mesmo que dificilmente reconhecida… como por exemplo em “mst”.

 

E voltando a suas origens, você também toca com o Notwist. O que o Notwist tem a ver com este seu  novo projeto?

 

Tem muito a ver, em termos de fazer música junto com outras pessoas, descobrindo novas técnicas e explorando novas facetas musicias. Mas também o contrário existe. O bom de ter diversos projetos é que sempre existe um “vazamento” de um projeto para o outro, sempre aprendendo algo novo que você pode usar em outro projeto/banda.

 

Para muitas pessoas o seu trabalho ficou mais conhecido por causa do “Prism” e “Mst”, graças a conexão com a Clown & Sunset e Nicolas Jaar. Como isso aconteceu?

 

Eu conheci Nico e o selo porque uma vez toquei com ele em Munich, simpatizamos um pelo outro imediatamente, como eu estava trabalhando em “Mst” naquela época, ele pediu para eu mandar as músicas para ele. Acabei fazendo isso e ele imediamente respondeu que gostaria lançar  o material.

 

O seu último trabalho “Get Lost”(um mix) é muito diverso. Como você selecionou as faixas para este projeto? São faixas que você já toca e recebem uma boa recepção nos clubs ou é um approach diferente?

 

Bom, para este projeto eu usei algumas das minhas faixas favoritas, faixas que eu tenho tocado faz um tempo, sabendo que existe algo de especial sobre elas. De qualquer maneira, a única “regra” é que eu tenho que gostar. A faixa selecionada tem que ser especial de alguma maneira para mim.

 

Para algumas pessoas pode ser um tanto quando diferente ver este seu projeto lançado pela Crosstown Rebels. Como isso começou

 

Eu conheço o Damian (Lazarus, dono da Crosstown Rebels) a um bom tempo. Primeiro eu conheci ele em um dia que eu toquei no Bar25, fazendo um long set, ele adorou e veio conversar comigo e ficamos em contato, tocamos juntos algumas vezes, depois ele me pediu uma música para o seu próprio DJ mix, que lançou um tempo depois. Acabei tocando no seu aniversário de 40 anos em Ibiza e com muita naturalidade, veio o convite para o fazer o “Get Lost”, algo que muito me agradou. Para muitas pessoas pode soar estranha esta combinação da Crosstown Rebels com Acid Pauli, mas a verdade é que eu e o Damian dividimos um amor muito grande por música de todos os tipos, não necessariamente música de pista.

 

E qual é o seu próximo passo?

 

Eu estou trabalhando no próximo disco do Notwist, que será lançado até o começo do ano que vem.

 


(Source: stoneponi)




Phillip Glass

Phillip Glass



(Source: buchla.com)